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O começo do trabalho de Luxemburgo no Corinthians foi marcado pelo “ônibus estacionado” nas partidas, e o treinador conseguiu mudar o rótulo contra o Fluminense e Galo. Porém, na derrota contra o América-MG, a equipe alvinegra jogou no “ponto morto”.
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Luxa optou por manter boa parte dos titulares e seguiu com o esquema de três zagueiros, sendo Gil, Bidu e Renato Augusto as principais ausências.
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Contudo, ao contrário da vitória sobre o Atletico-MG, o Timão nao teve coesão ofensiva e pecou na criação, tanto pelo meio-campo como nas alas.
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E aí entra a parte individual. Renato Augusto é disparado o jogador mais técnico da equipe, e Bidu vem mostrando aptidão para jogar de forma mais ofensiva no lado esquerdo, algo que Fábio Santos não oferece mais.
O Corinthians não ficou enfiado na defesa, mas tampouco ameaçou o goleiro adversário, apenas no começo da partida, em cabeceio no travessão de Róger Guedes.
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Como Renato e Luxa disseram após a partida, o desgaste da classificação na Copa do Brasil teve seu preço, e o Corinthians parecia jogar em uma rotação abaixo do Coelho.
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A coroação da partida apática do Timão foi materializada na cobrança de pênalti de Fábio Santos, nos acréscimos. O lateral, tão letal na marca da cal, foi displicente e isolou a chance de improvável empate.
Na parte tática, Luxemburgo fica com a dúvida se mantém ou não o esquema de três zagueiros contra o Independiente del Valle, no “jogo da vida” pela Libertadores. Ao elenco, resta ver se a partida contra o Atlético-MG pode ser repetida ou se a atuação diante do Galo foi um ponto fora da curva em uma temporada caótica.